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VIVA COM LEVEZA

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Marketing Pessoal: Você é uma empresa!

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Em um mundo cada vez mais global e competitivo, a forma mais eficaz de encarar o mercado de trabalho é se enxergar como empresa.  E para sermos uma empresa, precisamos aplicar os mesmos conceitos, tecnologias e métodos que os empresários aplicam em seus negócios. Mas como se enxergar como empresa? Quais são as variáveis determinantes de um profissional que coincidem com as das empresas? Como gerenciar a si próprio? Nesse contexto, vamos abordar, a partir de agora, alguns aspectos naturais em uma empresa, que podem perfeitamente ser compilados para a realidade de um profissional no mercado de trabalho, pois senão vejamos: Ativos Fixos: Seu Patrimônio Se uma empresa tem ativos fixos (imóveis, veículos, mobiliário, etc), você também pode planejar ter tudo isto.  Seu futuro carro, aquela casa de praia que você tanto deseja, enfim, tudo aquilo que você pretende ter faz parte do ativo fixo que você construirá como fruto de sua carreira bem-sucedida. Ativos Intangíve...

A Saga do Frederico - A ENTREVISTA

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Sucesso e fracasso no passado não significam sucesso e fracasso no futuro

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Hoje resolvi homenagear um velho amigo e colega de profissão que me disse uma frase que jamais esqueci:  "Sucesso no passado não significa sucesso no futuro, assim como fracasso no passado não significa fracasso no futuro." Fernando A. Tompson. Não sei ao certo se foi uma frase inspirada por ele mesmo ou se trata-se de uma citação de alguém.  Bem, isto não importa.  O que realmente interessa é que existe uma verdade profunda com duas faces por trás desta afirmação.  Vamos retratar cada uma delas. Sucesso no passado não significa sucesso no futuro No mundo empresarial, assim como no mundo do trabalho, nos vemos tentando repetir velhas fórmulas de sucesso em uma época diferente daquela em que tivemos sucesso.  Ora, mas se uma receita funcionava antes, por que não funciona mais? Ao longo dos últimos anos venho observando grandes empresários do passado agonizando no presente.  Velhas receitas.  Novos resultados, bem diferentes dos d...

Distância Transacional na Educação a Distância

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Distância Transacional. Você já ouviu falar disto? Este é o maior desafio de toda e qualquer instituição de ensino a distância. Entendemos por distância transacional a percepção da distância real entre o educador e o aprendiz. Quanto menor for esta percepção, mais eficaz será o método de EAD adotado. A distância transacional é encurtada quando o sistema se utiliza de recursos que promovam a inter atividade entre o aluno e o professor. A história recente da EAD no Brasil demonstra que recursos como teleaulas interativas, associadas a um bom material didático, são os que mais reduzem a distância transacional entre o educador e o educando.   A disponibilidade de outros recursos de comunicação síncrona e assíncrona como Chat Online, Fórum de Discussões, entre outros, também é uma forte aliada neste processo cognitivo.  Como reduzir a distância transacional? O s melhores sistemas de ensino associam os recursos síncronos aos assíncronos ( veja o significado desse...

A TI na Educação

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Caro leitor, após uma pequena pausa para rearrumação de alguns projetos, cá estou de volta às mais profundas reflexões acerca de dois fascinantes mundos: TI e Educação.  Mas o que tem a ver esses dois setores igualmente importantes da sociedade?  De que formas a TI vem contribuindo para o desenvolvimento educacional de nossos povos?  Qual o futuro das soluções tecnológicas para a área de Educação? Não é incomum nos depararmos com esses termos técnicos na literatura de Educação a Distância.  Em 1999, no Brasil, começaram os primeiros esforços da TI no sentido de utilizar a Internet como veículo tecnológico para levar a educação para todos, em todos os lugares. Na época não havia banda larga e os conteúdos educativos eram disponibilizados basicamente no formato de texto, com troca de mensagens por e-mail.  Este novo paradigma da EAD (Educação a Distância) passou a ser conhecido como e-learning (ensino eletrônico). A partir de 2003 algumas universidade...

Brasil: de Incubadora à Cemitério de Startups

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O título de segundo país mais empreendedor do mundo é uma imensa injustiça com o Povo Brasileiro.  Comparar um país como os Estados Unidos, que tem um sistema financeiro e um mercado de ações completamente voltados à valorização das startups é uma covardia.   O Brasil seria, de fato e de longe, o primeiríssimo país mais empreendedor do mundo se o governo e principalmente o sistema bancário tratasse as startups como elas realmente deveriam ser tratadas: com respeito e sensibilidade. Não é a toa que pessoas de bem deixam seus empregos, renunciam qualidade de vida e se lançam a uma atividade empreendedora.  Ao fazer isto, esses corajosos empresários encontram um cenário extremamente adverso, com uma complexa e pesada carga tributária, um sistema de crédito medieval que valoriza apenas os ativos tangíveis das empresas e uma infraestrutura logística literalmente destroçada, inviabilizando qualquer tentativa de escoamento de produtos com um mínimo de competitivida...