sábado, 7 de março de 2009

Empregabilidade ou Trabalhabilidade?

O Emprego Formal, como assim o conhecemos, está com os dias contados. Durante muito tempo a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) foi um sonho de consumo para todo recém formado. Ter um salário fixo representava segurança e estabilidade financeira ao longo da vida, especialmente quando se tratava de emprego público.

Com o advento da globalização e da revolução tecnológica, a competitividade entre as empresas fez com que a rotatividade de profissionais aumentasse vertiginosamente. Tempo de serviço passou a não mais ser um ativo na carreira profissional, dando lugar a novos jargões como competência, habilidade, enfim: desempenho. Nem todos conseguirem acompanhar esta quebra de paradigmas, dando origem ao maior paradoxo já presenciado no mercado de trabalho: de um lado o desemprego e, do outro, o déficit de mão-de-obra qualificada nos postos de trabalho da indústria.

Nesse contexto surgiu uma palavra mágica, que começou a impregnar-se no vocabulário de consultores e profissionais: a Empregabilidade. Nesta fase, que teve seu apogeu na década de 90, lia-se que o importante não era mais conseguir um emprego, mas manter-se nele.
Mas o mercado de trabalho ficou ainda mais exigente, cobrando do profissional, além das competências e habilidades técnicas inerentes à sua função, uma série de outros atributos comportamentais como: iniciativa, proatividade, liderança, entre outros.

Até que no início do milênio surge um novo termo que passa a nortear os planos de desenvolvimento profissional aplicados nas grandes empresas: o Intra-empreendedorismo. Esta palavra resume todas as competências e habilidades humanas que um profissional deve buscar para ter sucesso em sua carreira. Como um intra-empreendedor, um funcionário de uma empresa passa a encarar-se de outra forma, assim como os atores dos demais processos produtivos em seu ecossistema. Para um intra-empreendedor, a empresa onde trabalha passa a ser seu cliente. Seu patrão passa a ser o contato deste cliente, que deve ser satisfeito plenamente em todas as suas requisições. Um intra-empreendedor não teme demissões, pois sabe que a qualquer momento poderá captar um novo cliente.

Podemos então, de forma conclusiva, afirma que o importante hoje em dia não é ser empregável, mas sim trabalhável. Com a “Trabalhabilidade” o profissional passa a estar habilitado a desempenhar qualquer função, quer seja sob o regime de trabalho formal, quer seja na livre iniciativa, sendo o único responsável pelo futuro de sua carreira.

E aí? O que você prefere ter? Empregabilidade ou Trabalhabilidade? Manifeste a sua opinião.
Veja o que pensa o presidente da ABRH, Luiz Carlos Campos, sobre a Trabalhabilidade, conceito criado por ele mesmo. Leia sobre isto no link http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=6833.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Numerologia, crer ou não crer? Eis a questão



Para mim, numerologia, astrologia, holística e tudo mais não passavam de crenças. Delírios de mentes ávidas por explicações e respostas aos fenômenos do universo. Até que no dia 31 de dezembro de 2003 eu tive um sonho. O sonho mais parecia um presságio. Algo ou alguém me alertava de que o ano de 2004 seria muito difícil e desafiador para mim. Acordei angustiado. À medida em que os meses de 2004 foram passando, os acontecimentos começavam a confirmar o que o meu sonho me dissera naquela estranha tarde de 31 de dezembro de 2003. Lembrei que outros anos de minha vida também foram igualmente desafiadores, como 1995, 1986, 1977 e assim por diante. Regredindo em meus pensamentos consegui captar uma certa lógica matemática nos repetidos ciclos de maré baixa em minha vida. De 9 em 9 anos eu definitivamente percebi que havia sofrido crises financeiras de proporções profundas. Em 1977 eu tinha apenas 11 anos, não era um cidadão economicamente ativo, mas mesmo assim eu passei por uma experiência traumática relacionada ao convívio com o meu pai. Em 1986 eu comprei o meu primeiro carro – não foi uma boa experiência – uma seqüência de acidentes e incidentes me fez entrar na primeira grande crise financeira. Em 1995 tive o segundo dissabor com este tipo de experiência, quando, pela primeira vez, quase quebrei como empresário. E em 2004 não foi diferente, entrei em uma crise profunda quando resolvi expandir meus negócios. Enfim, algo realmente acontecia de 9 em 9 anos na minha vida.

Somente em 2008 resolvi estudar a fundo o que acontecera comigo nesses insólitos ciclos. Percebi que, além do intervalo de 9 anos entre eles, a soma dos dígitos daqueles anos sempre totalizava 6. Comprei e li tenazmente 3 livros sobre Numerologia e consultei 2 profissionais sobre o tema. Eram incríveis as coincidências dos fatos e datas de minha vida com a teoria que aprendi com essas ricas fontes de consulta. Aprendi, por exemplo, que a forma com a qual eu assinava o meu nome vibrava negativamente para mim mesmo. Identifiquei padrões de comportamento nas pessoas e coisas que me circundavam. Mas dois fatos foram preponderantes para eu definitivamente consolidar a minha credulidade nesta ciência: – primeiramente tudo o que eu conhecia sobre assuntos como Holística e Astrologia batiam incrivelmente com os preceitos da Numerologia – segundo e mais importante: descobri que o pai da Numerologia não foi nenhum mago, monge ou profeta bíblico, simplesmente um matemático que sempre admirei: Pitágoras.

Passei sistematicamente a utilizar, além da holística (sobre a qual já conversamos neste Blog) a Numerologia em minha vida pessoal, profissional e empresarial. Sem medo ou constrangimentos, mudei a forma com a qual assinava cheques e documentos relacionados a dinheiro: “D.Lira Barros”. E, o mais difícil, mudei a escrita do meu sobrenome: de “Stephen” para “Steven”. No campo empresarial iniciei três processos de mudança ainda mais radicais – a mudança dos nomes das minhas duas empresas e de outra com a qual tenho uma profunda relação.

Ainda não tive respostas para essas mudanças, mas, pelo menos, amanhã não poderei imputar ao universo responsabilidades por eventuais fracassos. Acredito absolutamente que a vibração energética desses novos nomes contribuirá para o sucesso desses empreendimentos.

E você? O que acha disso tudo? Está disposto a estudar os números que estão por trás dos seus nomes, datas e ciclos? Consulte mais sobre Numerologia. Compre um livro. Compreenda como funciona. Acesse sites e blogs relacionados com esta ciência. Só depois consulte um numerólogo. Foi assim que eu fiz.

Algumas referências para você pesquisar mais sobre o tema:

Numerólogas que eu consultei e recomendo:
Iolanda Queiroz (Recife/PE): iolanda06@hotmail.com
Juliana Vagner (Rio de Janeiro/RJ): Fone: (0**21)2549.6973

Livros que li:
Manual de Numerologia. Dodge, Ellin. Schuller, Carolann. Editora Pensamento. Link para leitura em formato eletrônico: http://books.google.com.br/books?id=Pco8w-3LVM8C&printsec=frontcover&dq=numerologia&lr=&as_brr=3#PPA5,M1

Numerologia, a Importância do Nome no seu Destino. Cissay, Monique. Editora Pensamento. Link para leitura em formato eletrônico: http://books.google.com.br/books?id=e020Zz-aP_gC&printsec=frontcover&dq=numerologia&as_brr=3#PPP1,M1

Ciclos da Vida. DeLorey, Christine. Editora Pensamento. Link para leitura em formato eletrônico: http://books.google.com.br/books?id=KdbOeWPQiasC&pg=PA16&dq=o+poder+dos+n%C3%BAmeros&as_brr=3#PPA5,M1