segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Faltarão 40 milhões de profissionais qualificados no mundo até 2020

Se o momento atual da economia já exige que empresas abusem da criatividade para achar e manter profissionais qualificados, uma pesquisa do McKinsey Global Institute aponta que a situação deve se agravar nas próximas décadas.

Baseado nas tendências atuais, o instituto projeta que, até 2020, a economia mundial vai enfrentar uma falta de até 40 milhões de trabalhadores com nível superior, o que representa 13% da demanda por esses profissionais. Cerca de 16 milhões serão exigidos em economias avançadas, que já sofrem com o envelhecimento da população.

Em países em desenvolvimento, a criação de novas vagas na indústria e no setor de serviços exigirá 45 milhões de profissionais com ensino médio a mais do que o disponível, o que representa 15% da demanda. Desse número, 13 milhões irão faltar apenas na Índia.

Ao mesmo tempo, haverá um excesso de até 95 milhões de trabalhadores de baixa qualificação em todo o mundo em relação às vagas disponíveis, cerca de 10% do total. Em economias desenvolvidas, isso significa até 35 milhões de profissionais sem curso superior a mais do que o demandado pelos empregadores.

Nos países em desenvolvimento, os trabalhadores pouco qualificados nem ao menos chegam ao ensino médio. Nesse caso, as economias precisarão lidar com até 58 milhões de pessoas a mais do que a demanda por esse tipo de profissional.

Até 2030, a estimativa é que a taxa de crescimento anual da população economicamente ativa cairá de 1,4% para 1%. Em países como o Brasil a previsão é que esse número não passe de 0,6% e até mesmo a China deve ver a taxa cair pela metade, para 0,5%. Junto a números cada vez maiores de aposentados deixando a força de trabalho, que devem somar 360 milhões, a situação deve promover mudanças no cenário mundial e desafios para a maioria dos países.

A China deve ser substituída pela Índia e outras economias emergentes do sul da Ásia e da África como a principal fonte de trabalhadores no mercado mundial. Dos 600 milhões de pessoas que irão se unir aos 2,9 bilhões na força de trabalho global atual, a pesquisa estima que 60% terão origem nesses países. Ao mesmo tempo, a China vai assumir outro papel no cenário global: o de maior fornecedor de profissionais com educação superior. Junto com a Índia, será responsável por 57% dos novos trabalhadores com curso superior até 2030. Ainda assim, a demanda será maior do que as estimativas de crescimento. Só na China, a previsão é que faltarão 23 milhões de profissionais qualificados em 2020.
Fonte: (Letícia Arcoverde | Valor)


Saia na frente com a Acadetec!
Inscreva-se e um dos nossos cursos e descubra o jeito Acadetec de aprender!
http://www.acadetec.com.br/home/

Personal Branding


  • Personal Branding: Marca Pessoal
  • Marketing: Processo que visa conquistar e manter novos clientes
  • Marketing Pessoal: Processo que visa conquistar novas oportunidades de trabalho e gerir sua própria carreira.
Dentro desses conceitos, podemos entender o Personal Branding, ou marca pessoal, como uma importante ferramenta do Marketing Pessoal.  Alguns autores traduziriam este termo para Imagem Pessoal, mas oPersonal Branding vai além disto.  Muito mais que maneiras de se vestir ou se apresentar, a Marca Pessoal abrange desde o estigma visual até o conjunto de valores que prometemos ofertar em nossa mensagem subliminar, passada em todos os aspectos de nossa conduta pessoal e profissional.

Muitas personagens famosas de nossa história recente se imbuíam de adereços intangíveis como marcas de sua personalidade.  Da irreverência do Cazuza à perseverança do Ronaldo Fenômeno, passando pela garra do Ayrton Sena, podemos perceber uma série de marcas pessoais que vão muito além do envólucro exterior desses ícones que mudaram o curso de nossa história recente.

Para definir a sua marca pessoal, é necessário refletir sobre as seguintes indagações:

1. O que você valoriza em uma pessoa de sucesso?
2. De quais desses valores você já dispõe em sua personalidade?
3. Que outros valores você gostaria de internalizar?

Reúna tudo isto e comece a internalizar nas atividades do seu dia a dia e, o mais importante: passe a externar esses valores em suas ações de Marketing Pessoal.

Se você se preocupa com o Meio Ambiente, crie ou participe de algum Blog e exponha suas opiniões.  Participe de congressos, cursos e seminários nessa área e tente se fazer ouvido nos fóruns de discussão sobre o tema.  Este é o começo da construção de um Personal Branding.

Mas Atenção !!!

Não force a sua natureza.  Ainda no exemplo acima, se você é uma pessoa centrada e introvertida, não precisa sair por aí fantasiado de árvore e com a marca do GreenPeace tatuada no braço para consolidar umPersonal Branding na área de Meio Ambiente.  Você pode perfeitamente fundar uma marca pessoal em cima de valores e idéias, sem entrar em conflito com a sua personalidade.  Ser diferente e inovador não significa ser extravagante e agressivo.  Seja único estabelecendo um conjunto de valores diferenciado e convergente com as necessidades do mercado, da sociedade, do mundo.

Mais sobre Personal Branding e Marketing Pessoal?

Faça o curso de Marketing Pessoal da Acadetec e aprenda muito mais sobre como ter sucesso no mundo globalizado.

O Mercado é dos Técnicos


Quantos egressos dos cursos de bacharelado em administração sabem emitir uma nota fiscal?  Quantos conseguem redigir um contrato de prestação de serviços?  E quantos sabem calcular os impostos e encargos a serem recolhidos durante uma competência fiscal?  Perguntas como estas são dirigidas todos os dias aos candidatos às vagas de trabalho na área de gestão e negócios e, poucas vezes, são respondidas afirmativamente pelos diversos bacharéis e tecnólogos que emanam das faculdades e universidades de todo Brasil. Não que estes níveis de ensino devam focar essas habilidades bastante específicas e circunscritas ao campo de trabalho operacional, mas o mercado necessita urgentemente de técnicos que consigam dar respostas rápidas e consistentes às necessidades mais comuns das empresas, razão pela qual os empregadores têm dado preferência à contratação de quem sabe fazer, literalmente, por a mão na massa. 
Nas últimas quatro décadas o Brasil tem formado poucos técnicos em administração e, por outro lado, uma multidão de bacharéis, com embasamento teórico-científico desconectado da realidade prática do mercado de trabalho, vem tentando inserir-se no mercado, submetendo-se à alta concorrência e remunerações aquém da expectativa gerada na ambiência universitária.
É neste contexto que surge a figura do técnico em administração, profissional formado para atuar no segmento operacional, chefiando setores, conduzindo processos administrativos na base da pirâmide organizacional.
O meio da pirâmide é normalmente ocupado pelos tecnólogos e, no topo, os bacharéis comandam o nível mais estratégico das empresas.  Bem, pelo menos era desta forma que as coisas deveriam funcionar nas organizações.
No entanto, pela distorção formativa do setor educacional deste país, observa-se uma inversão nas demandas de profissionais disponíveis no mercado, forçando os bacharéis a ocupar do topo à base da pirâmide, concorrendo de maneira difusa com os técnicos e tecnólogos em toda a extensão organizacional.
Para corrigir esta inversão, urge formarmos cada vez mais tecnólogos e, sobretudo, técnicos para suprir a oferta de vagas de baixo a médio valor agregado na cadeia produtiva das empresas, aumentando a eficiência dos processos administrativos nos níveis táticos e operacionais das organizações.
---
Conheça os cursos online da ACADETEC e descubra o jeito mais rápido, prático e barato de se qualificar para o mercado de trabalho: www.acadetec.com.br